ERRARAM: Torcida do SPORT também atacou ônibus incorreto

Um novo desenvolvimento sobre o ataque criminoso perpetrado por membros de uma torcida organizada do Sport ao ônibus da delegação do Fortaleza foi investigado pela equipe do Diario de Pernambuco.

Antes da partida na Arena de Pernambuco, integrantes da Jovem do Leão lançaram pedras e bombas contra um ônibus de sua própria torcida aliada, a Jovem Garra Tricolor (JGT), na BR-233. O grupo confundiu erroneamente o veículo com o da Torcida Uniformizada do Fortaleza (TUF), que, por sua vez, é aliada da Explosão Coral, do Santa Cruz, e rival da torcida uniformizada do Sport.

Vídeos compartilhados em grupos de Whatsapp mostram aproximadamente 15 torcedores cercando o ônibus da companhia Progresso. Em conversas nas redes sociais, alguns membros das torcidas admitiram que o incidente ocorreu devido a um mal-entendido, e o desentendimento foi resolvido antes do início da partida, quando os grupos se encontraram.

Pronunciamento da torcida do Leão

Após esses eventos, a JGT anunciou, nesta quinta-feira (22), o término da parceria com a Jovem nas redes sociais. Pronunciamento oficial da torcida:

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“Consideramos que para que haja aliança ou amizade entre torcidas é de extrema importância o respeito e consideração pela torcida e também pelo seu respectivo clube. Infelizmente não foi o que aconteceu, diante de todo o exposto, a Torcida Organizada Jovem Garra Tricolor esclarece o desligamento com a Torcida Jovem do Sport.”

O Fortaleza retornou à capital cearense nesta quinta-feira após o ataque sofrido em Recife. Após o empate contra o Sport, o ônibus foi alvo de pedradas na saída da Arena Pernambuco, resultando em seis atletas feridos. Marcelo Paz, CEO do Leão, detalhou a condição de cada um, destacando que Escobar sofreu trauma cranioencefálico.

Pedras e uma bomba foram lançadas na lateral do ônibus, danificando vidros e causando sérios danos à estrutura interna. Os jogadores, João Ricardo, Escobar, Titi, Brítez, Lucas Sasha e Dudu, foram imediatamente encaminhados ao Real Hospital Português, em Recife, após o atentado.