SPORT RECIFE teve lendário RIBAMAR para chamar de seu

Ribamar José Denis, mais conhecido como Ribamar, exerceu sua carreira como meio-campista em clubes renomados como Pinheiros (PR), Santos, Sport Recife, Corinthians, Palmeiras e Fluminense. Atualmente, sua fonte de renda provém do aluguel de duas quadras de futebol de salão em Curitiba (PR), sua cidade natal, onde nasceu em 10 de novembro de 1962.

Inicialmente atuando como atacante, Ribamar transitou para a posição de meio-direita ao longo de sua trajetória profissional. Durante sua passagem pelo Santos, destacou-se especialmente em 1986 e posteriormente participou de uma troca envolvendo Éder Aleixo, sendo transferido juntamente com ele pelo lateral-esquerdo Luisinho e o centroavante Luís Carlos, ambos do Sport Recife, em 1987.

Sob o comando do técnico Emerson Leão, na Ilha do Retiro, Ribamar experimentou o auge de sua carreira ao liderar o time rubro-negro na conquista do Campeonato Brasileiro de 1987 (reconhecido pela CBF).

Época mais marcante da carreira

Guardando com carinho na memória a época em que defendeu o Sport, Ribamar destaca a qualidade técnica de seus antigos companheiros. Reconhecido por sua habilidade, o ex-jogador tinha o hábito de se referir à bola carinhosamente como “minha nega”. Na visão de Ribamar, o time atual do Sport também possui jogadores capazes de desequilibrar uma partida devido à sua qualidade técnica.

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Jogador versátil atuando como meia avançado, detentor de habilidades técnicas refinadas e um artilheiro nato. Conquistou o título do controverso Campeonato Brasileiro da Série A, marcado pela recusa do Flamengo e do Internacional, finalistas da Copa União, em disputar as finais oficializadas pela CBF.

Vale ressaltar que o título acabou sendo conquistado pela equipe da Ilha do Retiro, sendo reconhecido pela Fifa. Além desse feito, Ribamar também ergueu o troféu de campeão pernambucano em 1988 e liderou o Sport em sua estreia na Copa Libertadores da América, antes de seguir para o Corinthians.

“Foi um time inesquecível. O Leão era um irmão mais velho nosso. Eu me lembro do Flávio, Betão, Estevam Soares, Marco Antônio, Macaé, João Pedro, Rogério, que era muito divertido, o Zico, que era um craque, o Robertinho, o Nando, o Neco e o Augusto.”